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Aline Castro

Fonoaudióloga – CRFa 6-6880
Doutoranda pela UFMG com estágio doutoral na Universitè Clermont Auvergne (FR). Mestre em Ciências Fonoaudiológicas (UFMG) e Especialista em Audiologia (CFFa). Fonoaudióloga clínica na clínica Audiviva - Audição e Equilíbrio.

Qual vacina?

Qual vacina?

Em Belo Horizonte, a vacinação contra a COVID-19 teve início em 19 de Janeiro deste ano. Na segunda quinzena de junho, atingimos a marca de mais de 1 milhão de pessoas vacinadas e quase meio milhão de pessoas com as duas doses de imunização pela Coronavac e Astrazeneca. Com a disponibilização de novas doses da Pfizer e Janssen, muitas pessoas tem se questionado sobre a eficácia de cada uma das vacinas, se devem tomá-las e se há alguma melhor que a outra. Apesar dos diferentes tecnologias e mecanismos de ação, todas as vacinas têm por objetivo induzir a resposta imunológica do organismo, fazendo com que sejam produzidas a defesas contra o vírus SARS-CoV-2.

As vacinas podem ser obtidas por meio do vírus inativados ou atenuados (Coronavac), outro vírus (vetor) geneticamente modificado (Astrazeneca e Janssen), proteínas do próprio vírus ou que imitem a sua estrutura, e aquelas que possuem o código genético (DNA ou RNA) do vírus geneticamente modificado (Pfizer).

Toda a população com 18 anos ou mais é candidata a receber a vacina no Brasil. Entretanto, existem algumas restrições em relação a grupos de risco como grávidas e lactantes, pessoas em uso de anticoagulantes ou com deficiência na produção de anticorpos, indivíduos com suspeita ou confirmação de COVID-19 e pessoas com doenças em fase aguda de sintomas (em crise de asma, por exemplo). Muitos estudos estão sendo realizados sobre a eficácia das vacinas contra a COVID-19. Por isso é importante manter-se informado e tomar a vacina tão logo ela esteja disponível e indicada para o seu caso.
Também é importante manter o calendário em dia. A vacina da gripe (Influenza), por exemplo, pode ser tomada antes ou após a vacina da COVID-19 respeitando-se o intervalo de 14 dias entre elas.

Tomar vacinas é a melhor maneira de se proteger de uma variedade de doenças graves e de suas complicações. Quem não se vacina não coloca apenas a própria saúde em risco, mas também a de seus familiares e outras pessoas com quem tem contato, além de contribuir para aumentar a circulação de doenças. Por isso, vacine-se e incentive a vacinação de pessoas próximas a você! Siga o calendário vacinal e as campanhas de vacinação do Ministério da Saúde. Mantenha hábitos saudáveis e evite situações que possam favorecer o contágio ou a disseminação de doenças infeciosas.

 

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